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1 de dezembro de 2008

DESTINO

DESTINO

Ouvi as horas da noite
marchando
em solenes tic-tac,
vi os instantes esvaindo-se
sob o céu azul de estrelas,
nada fiz,
nada tinha a fazer.
Padeci triste sensação
soturna,
destino decadente
urgindo na destreza
dos segundos.
Deixo cair uma lágrima
de saudade,
uma noite a menos
na memória da eternidade.



Lucilene Machado
Revista da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – n°13 – outubro de 2008

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