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19 de dezembro de 2009

Não fique na dúvida!




Não fique na dúvida:
Dicas sobre a nova ortografia

O UOL Educação, publicou em seu site um minivocabulário, contendo palavras e expressões mais usadas com ou sem hífen, atualizadas conforme o Acordo Ortográfico.

Veja uma parte da lista:

A

a fim de
à queima-roupa
à toa 1
à vontade
abaixo-assinado
ab-rupto 2
acerca de
aeroespacial
afro-americano
afro-asiático
afro-brasileiro
afrodescendente
afro-luso-brasileiro
agroindustrial
água-de-colônia
além-Brasil
além-fronteiras
além-mar
amor-perfeito
andorinha-do-mar
anel de Saturno
anglomania
anglo-saxão
ano-luz
antessala
antiaderente
antiaéreo
antieconômico
anti-hemorrágico
anti-herói
anti-higiênico
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-infeccioso
anti-inflacionário
anti-inflamatório
antirreligioso
antissemita
antissocial
ao deus-dará
arco e flecha
arco-da-velha
arco-íris
arqui-inimigo
autoadesivo
autoafirmação
autoajuda
autoaprendizagem
autoeducação
autoescola
autoestima
autoestrada
auto-hipnose
auto-observação
auto-ônibus
auto-organização
autorregulamentação
ave-maria
azul-escuro

S

sala de jantar
segunda-feira
sem-cerimônia
semiaberto
semianalfabeto
semiárido
semicírculo
semi-interno
semiobscuridade
semirrígido
semisselvagem
sem-número
sem-vergonha
sobreaquecer
sobre-elevação
sobre-estimar
sobre-exceder
sobre-humano
sobrepor
social-democracia
social-democrata
sociocultural
socioeconômico
subalimentação
subalugar
subaquático
subarrendar
sub-brigadeiro
subemprego
subestimar
subdiretor
sub-humano
subfaturar
sub-reitor
sub-rogar
sul-africano
superestrutura
super-homem
super-racional
super-resistente
super-revista
supraocular
suprarrenal
suprassumo

Para acessar a página com todas as palavras, clique e bom estudo ;)

Leia também: Reforma Ortográfica (by UOL)

Imagem: Google

16 de dezembro de 2009

Vaso Grego


Esta de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de aos deuses servir como cansada,
Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.

Era o poeta de Teos que o suspendia
Então, e, ora repleta ora esvasada,
A taça amiga aos dedos seus tinia,
Toda de roxas pétalas colmada.

Depois... Mas, o lavor da taça admira,
Toca-a, e do ouvido aproximando-a, às bordas
Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,

Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se essa voz de Anacreonte fosse.

Vaso Chinês


Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.

Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura.

Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.

Taça de Coral


Lícias, pastor — enquanto o sol recebe,
Mugindo, o manso armento e ao largo espraia.
Em sede abrasa, qual de amor por Febe,
— Sede também, sede maior, desmaia.

Mas aplacar-lhe vem piedosa Naia
A sede d'água: entre vinhedo e sebe
Corre uma linfa, e ele no seu de faia
De ao pé do Alfeu tarro escultado bebe.

Bebe, e a golpe e mais golpe: — "Quer ventura
(Suspira e diz) que eu mate uma ânsia louca,
E outra fique a penar, zagala ingrata!

Outra que mais me aflige e me tortura,
E não em vaso assim, mas de uma boca
Na taça de coral é que se mata"

Violões que Choram


Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites da solidão, noites remotas
Que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.

Sutis palpitações a luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos,
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.

Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.

Harmonias que pungem, que laceram,
Dedos Nervosos e ágeis que percorrem
Cordas e um mundo de dolências geram,
Gemidos, prantos, que no espaço morrem...

E sons soturnos, suspiradas magoas,
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótono das águas,
Noturnamente, entre ramagens frias.

Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

Tudo nas cordas dos violões ecoa
E vibra e se contorce no ar, convulso...
Tudo na noite, tudo clama e voa
Sob a febril agitação de um pulso.

Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho
Almas que se abismaram no mistério.

Sons perdidos, nostálgicos, secretos,
Finas, diluídas, vaporosas brumas,
Longo desolamento dos inquietos
Navios a vagar a flor de espumas.

Oh! languidez, languidez infinita,
Nebulosas de sons e de queixumes,
Vibrado coração de ânsia esquisita
E de gritos felinos de ciúmes!

Que encantos acres nos vadios rotos
Quando em toscos violões, por lentas horas,
Vibram, com a graça virgem dos garotos,
Um concerto de lágrimas sonoras!

Quando uma voz, em trêmolos, incerta,
Palpitando no espaço, ondula, ondeia,
E o canto sobe para a flor deserta
Soturna e singular da lua cheia.

Quando as estrelas mágicas florescem,
E no silêncio astral da Imensidade
Por lagos encantados adormecem
As pálidas ninféias da Saudade!

Como me embala toda essa pungência,
Essas lacerações como me embalam,
Como abrem asas brancas de clemência
As harmonias dos Violões que falam!

Que graça ideal, amargamente triste,
Nos lânguidos bordões plangendo passa...
Quanta melancolia de anjo existe
Nas visões melodiosas dessa graça.

Que céu, que inferno, que profundo inferno,
Que ouros, que azuis, que lágrimas, que risos,
Quanto magoado sentimento eterno
Nesses ritmos trêmulos e indecisos...

Que anelos sexuais de monjas belas
Nas ciliciadas carnes tentadoras,
Vagando no recôndito das celas,
Por entre as ânsias dilaceradoras...

Quanta plebéia castidade obscura
Vegetando e morrendo sobre a lama,
Proliferando sobre a lama impura,
Como em perpétuos turbilhões de chama.

Que procissão sinistra de caveiras,
De espectros, pelas sombras mortas, mudas.
Que montanhas de dor, que cordilheiras
De agonias aspérrimas e agudas.

Véus neblinosos, longos véus de viúvas
Enclausuradas nos ferais desterros
Errando aos sóis, aos vendavais e às chuvas,
Sob abóbadas lúgubres de enterros;

Velhinhas quedas e velhinhos quedos
Cegas, cegos, velhinhas e velhinhos
Sepulcros vivos de senis segredos,
Eternamente a caminhar sozinhos;

E na expressão de quem se vai sorrindo,
Com as mãos bem juntas e com os pés bem juntos
E um lenço preto o queixo comprimindo,
Passam todos os lívidos defuntos...

E como que há histéricos espasmos
na mão que esses violões agita, largos...
E o som sombrio é feito de sarcasmos
E de Sonambulismos e letargos.

Fantasmas de galés de anos profundos
Na prisão celular atormentados,
Sentindo nos violões os velhos mundos
Da lembrança fiel de áureos passados;

Meigos perfis de tísicos dolentes
Que eu vi dentre os vilões errar gemendo,
Prostituídos de outrora, nas serpentes
Dos vícios infernais desfalecendo;

Tipos intonsos, esgrouviados, tortos,
Das luas tardas sob o beijo níveo,
Para os enterros dos seus sonhos mortos
Nas queixas dos violões buscando alivio;

Corpos frágeis, quebrados, doloridos,
Frouxos, dormentes, adormidos, langues
Na degenerescência dos vencidos
De toda a geração, todos os sangues;

Marinheiros que o mar tornou mais fortes,
Como que feitos de um poder extremo
Para vencer a convulsão das mortes,
Dos temporais o temporal supremo;

Veteranos de todas as campanhas,
Enrugados por fundas cicatrizes,
Procuram nos violões horas estranhas,
Vagos aromas, cândidos, felizes.

Ébrios antigos, vagabundos velhos,
Torvos despojos da miséria humana,
Têm nos violões secretos Evangelhos,
Toda a Bíblia fatal da dor insana.

Enxovalhados, tábidos palhaços
De carapuças, máscaras e gestos
Lentos e lassos, lúbricos, devassos,
Lembrando a florescência dos incestos;

Todas as ironias suspirantes
Que ondulam no ridículo das vidas,
Caricaturas tétricas e errantes
Dos malditos, dos réus, dos suicidas;

Toda essa labiríntica nevrose
Das virgens nos românticos enleios;
Os ocasos do Amor, toda a clorose
Que ocultamente lhes lacera os seios;

Toda a mórbida música plebéia
De requebros de faunos e ondas lascivas;
A langue, mole e morna melopéia
Das valsas alanceadas, convulsivas;

Tudo isso, num grotesco desconforme,
Em ais de dor, em contorsões de açoites,
Revive nos violões, acorda e dorme
Através do luar das meias noites!

Um Sonho - Eugênio de Castro



Na messe, que enlouquece, estremece a quermesse...
O sol, o celestial girassol, esmorece...
E as cantilenas de serenos sons amenos
Fogem fluidas, fluindo à fina flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros.
Cornamusas e crotalos
Cítolas, cítaras, sistros
Soam suaves, sonolentos
Sonolentos e suaves
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Flor! Enquanto na messe estremece a quermesse
E o sol, o celestial girassol, esmorece
Deixemos estes sons tão serenos e amenos,
Fujamos, Flor! à flor destes floridos fenos...

Soam vesperais as Vêsperas...
Uma com brilho de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Como aqui se está bem! Além freme a quermesse...
- Não sentes um gemer dolente que esmorece?
São os amantes delirantes que em amenos
Beijos se beijam, Flor! à flor dos frescos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Esmaece na messe o rumor da quermesse...
- Não ouves este ai que esmaece e esmorece?
É um noivo a quem fugiu a Flor de olhos amenos,
E chora a sua morta, absorto, à flor dos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo além dos astros...

Penumbra de veludo. Esmorece a quermesse...
Sob o meu braço lasso o meu Lírio esmorece...
Beijo-lhe os boreais belos lábios amenos,
Beijo que freme e foge à flor dos flóreos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Teus lábios de cinábrio, entreabre-os! Da quermesse
O rumor amolece, esmaece, esmorece...
Dá-me que eu beije os teus morenos e amenos
Peitos! Rolemos, Flor! À flor dos flóreos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Ah! Não resistas mais aos meus ais! Da quermesse
O atroador clangor, o rumor esmorece...
Rolemos, ó morena! Em contatos amenos!
- Vibram três tiros à florida flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos
Cítolas, cítaras sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves ...

Três da manhã. Desperto incerto... E essa quermesse?
E a flor que sonho? E o sonho? Ah! Tudo isso esmorece!
No meu quarto uma luz, luz com lumes amenos,
Chora o vento lá fora, à flor dos flóreos fenos...

Arcachon,12 de julho de 1889.

Obras Poéticas de Eugênio de Castro Vol. I (Lisboa/ 1927).

Destes penhascos fez a natureza



Destes penhascos fez a natureza
O berço em que nasci: oh! quem cuidara
Que entre penhas tão duras se criara
Uma alma terna, um peito sem dureza!

Amor, que vence os tigres, por empresa
Tomou logo render-me; ele declara
Contra meu coração guerra tão rara
Que não me foi bastante a fortaleza.

Por mais que eu mesmo conhecesse o dano
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano;

Vós que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei: que Amor tirano
Onde há mais resistência mais se apura.

Sou pastor; não te nego; os meus montados



Sou pastor; não te nego; os meus montados
São esses, que aí vês; vivo contente
Ao trazer entre a relva florescente
A doce companhia dos meus gados;

Ali me ouvem os troncos namorados,
Em que se transformou a antiga gente;
Qualquer deles o seu estrago sente;
Como eu sinto também os meus cuidados.

Vós, ó troncos, (lhes digo) que algum dia
Firmes vos contemplastes, e seguros
Nos braços de uma bela companhia;

Consolai-vos comigo, ó troncos duros;
Que eu alegre algum tempo assim me via;
E hoje os tratos de Amor choro perjuros.

24 de novembro de 2009

Beba Coca Cola

beba boca cola

Décio de Pignatari




23 de novembro de 2009

Ismália

Ismália

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

Alphonsus de Guimaraens

28 de outubro de 2009

A Pesca




A Pesca
Affonso Romano de Sant'Anna

O anil
o anzol
o azul

o silêncio
o tempo
o peixe

a agulha
vertical
mergulha

a água
a linha
a espuma

o tempo
o peixe
o silêncio

a garganta
a âncora
o peixe

a boca
o arranco
o rasgão

aberta a água
aberta a chaga
aberto o anzo

aquelíneo
agil-claro
estabanado

o peixe
a areia
o sol


* Imagem abare.tur

9 de setembro de 2009

Chave Ouro Win XP



Chave Ouro Win XP

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7 de junho de 2009

Se eu morresse amanhã



Se eu morresse amanhã

Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!

Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!

Que sol! que céu azul! que doce n'alva
Acorda a natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!

Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!


Imagem: jwwaterhouse

29 de maio de 2009

Campanha do Agasalho 2009


24 de maio de 2009




Nova página

Faço-me e refaço-me.
É assim que me sinto
Viva:
           Reescrevendo-me a cada passo...


20.05.2009




* Disponível em Diana Pilatti
* Imagem: Filipe Alves [in Olhares]

21 de março de 2009

Grande Angular

É chamado assim o tipo de lente que possui distância focal menor do que a distância focal correspondente à uma lente normal. Em vídeo, como o tamanho dos CCD.s, quando comparados aos negativos de 35 m.m. utilizados em fotografia é consideravelmente menor, o mesmo ocorre com os valores de distância focal. Assim, uma lente grande angular pode ter por exemplo 5 m.m. (ao invés de 25 m.m. para a câmera fotográfica citada) de distância focal.

Quando o operador da câmera se aproxima das pessoas/objetos enquadrados, a perspectiva da imagem se altera. Isto ocorre também com o olho humano: uma pessoa em pé, situada a alguns metros à frente de uma casa, terá tamanho na imagem menor do que a casa situada atrás dela. Ao nos aproximarmos, no entanto, desta pessoa, tanto a pessoa como a casa aumentarão de tamanho. Porém, deste novo ponto de vista, a pessoa passa a aparentar ser maior do que a casa, como se a casa tivesse diminuído de tamanho. A distância entre a pessoa e a casa parecerá ter aumentado: se esta caminha alguns passos para trás ou para frente as proporções entre pessoa/casa alteram-se drasticamente.

Assim, sempre que o ser humano observa a olho nu imagens de pessoas/objetos próximas, estes parecem estar 'descomprimidos' na mesma. Pessoas e objetos ao fundo parecem estar mais distantes de outras/outros em primeiro plano do que realmente estão: a casa, no exemplo, parece estar mais distante da pessoa do que se observarmos casa/pessoa de longe. E pessoas e objetos ao fundo parecem menores em relação a pessoas e objetos em primeiro plano do que quando observamos estas pessoas/objetos de longe: a casa parece menor do que a pessoa do que quando observamos casa/pessoa de longe. A profundidade aparente de campo aumenta quando observamos as pessoas / objetos de perto.

Como a lente grande angular mostra as imagens vistas a partir de um ponto bem próximo do operador (sem alterar suas perspectivas), poderia-se dizer que ela é 'especializada' em mostrar imagens com estas características, imagens de pessoas/objetos que estão perto do mesmo. E como pessoas/objetos que estão próximas sempre tem estas características, pode-se dizer que a imagem mostrada por uma lente grande angular também as possui.

É por isso que diz-se que a imagem formada por uma lente grande angular é 'descomprimida'. Na imagem do close do rosto de uma pessoa captada com uma lente deste tipo, seu nariz ficará com aspecto de 'nariz de elefante', transmitindo a sensação de ser maior do que é na realidade.

O efeito da descompressão pode ser utilizado para aumentar a velocidade aparente dos movimentos captados pela câmera. Um exemplo, utilizado com frequência no cinema, é utilizar este tipo de lente para registrar cenas de ação, brigas e lutas, onde a velocidade aparente de um soco fica maior do que na realidade.

A lente grande angular traz consigo um 'defeito', mais ou menos aparente conforme a qualidade, distância focal e especificações da lente: a curvatura de objetos com traços retos localizados nas bordas da imagem (tronco de coqueiro 'caindo' para o centro).

Fonte: Fazendo Vídeo

Conversores e Adaptadores

Acessórios rosqueados na extremidade da objetiva, no local onde normalmente encaixam-se os filtros. Uma de suas finalidades é tentar contornar a limitação da quase totalidade das câmeras do segmento semi-profissional de não possuir lentes intercambiáveis. Alguns desses acessórios são:

- tele-converter (telephoto converter)
- tele-extender (doubler)
- wide-converter (wide angle adapter)
- close-up (diopter)

O tele-converter é um conversor de aumento para tele-objetiva , aumentando a distância focal da mesma: uma lente com zoom de aumento até 10x pode ser convertida em lente com aumento de até 20x por exemplo, utilizando um conversor com fator 2X (2 multiplicado por 10). É encaixado na parte frontal das lentes. Uma lente zoom de 6-15mm pode ser convertida com um tele-converter desse tipo em 12-30mm. Esta é a função do tele-converter, deslocar as distâncias focais mínima e máxima em direção ao ajuste de teleobjetiva: no exemplo, de 6mm para 12mm (mínima) e de 15mm para 30mm (máxima).

O tele-extender é um extensor de distância focal da objetiva: trabalha basicamente afastando a objetiva do corpo da câmera, para causar o aumento na distância focal. Para isso, é encaixado entre a objetiva e o corpo da câmera (somente para câmeras com lentes removíveis). O uso de tele-extenders acarreta o escurecimento da imagem (geralmente em torno de 1 a 2 f-stops). O nome doubler deriva de um dos tipos comuns de tele-extenders, o 2X, que dobra a potência da lente. Uma lente zoom de 6-15mm pode ser convertida com um tele-extensor desse tipo em uma 12-30mm. O tele-extender tem a mesma função do tele-converter, ou seja, deslocar as distâncias focais mínima e máxima em direção ao ajuste de teleobjetiva: no exemplo, de 6mm para 12mm (mínima) e de 15mm para 30mm (máxima). Ambos (tele-converter e tele-extender) podem ser instalados juntos, ampliando em muito o poder de aumento da objetiva. No exemplo acima, o tele-extender 2X combinado com um tele-converter também 2X transformaria a objetiva em uma 24-60mm.

O wide-converter é um conversor de diminuição para grande angular, encurtando a distância focal da mesma: uma objetiva pode ter sua característica de grande angular dobrada utilizando-se um conversor com fator 0,5X. Uma lente cujo ajuste máximo de grande-angular é de 9mm por exemplo, com um wide-converter do tipo 0.7X transforma-se em 6,3mm (9 multiplicado por 0,7). Wide-converters com fator menor do que 0,5X causam o efeito 'olho-de-peixe' na imagem: o ângulo de visão aumenta bastante (130 graus por exemplo em um wide-converter de 0,3X) e a imagem adquire formato cada vez mais esférico. É encaixado na parte frontal das lentes.

O close-up permite aproximar e focalizar objetos a uma distância menor do que a suportada normalmente pela objetiva da câmera. Uma lente com fator +2 por exemplo aumenta 2x o tamanho da imagem. Estas lentes podem ser sobrepostas, assim utilizando duas lentes de fator +2 juntas o aumento obtido será de 4 vezes. Lentes close-up costumam diminuir a nitidez da imagem e em alguns casos aberrações cromáticas (desvios de cores) podem surgir. É encaixado na parte frontal das lentes.

Existem também acessórios deste tipo que não contém lentes, mas permitem a conexão de lentes com diâmetros diferentes entre a objetiva da câmera e a lente em questão, por possuírem roscas com diferentes tamanhos em um lado e outro, como o step-up ring e o step-down ring.

No entanto, dependendo do tipo de adaptação efetuada, nem sempre os resultados obtidos com o uso de conversores / adaptadores são bons: alguns possíveis problemas são distorções na forma e cores da imagem e escurecimento da mesma.

Fonte: Fazendo Vídeo

Conversores e Adaptadores

Acessórios rosqueados na extremidade da objetiva, no local onde normalmente encaixam-se os filtros. Uma de suas finalidades é tentar contornar a limitação da quase totalidade das câmeras do segmento semi-profissional de não possuir lentes intercambiáveis. Alguns desses acessórios são:

- tele-converter (telephoto converter)
- tele-extender (doubler)
- wide-converter (wide angle adapter)
- close-up (diopter)

O tele-converter é um conversor de aumento para tele-objetiva , aumentando a distância focal da mesma: uma lente com zoom de aumento até 10x pode ser convertida em lente com aumento de até 20x por exemplo, utilizando um conversor com fator 2X (2 multiplicado por 10). É encaixado na parte frontal das lentes. Uma lente zoom de 6-15mm pode ser convertida com um tele-converter desse tipo em 12-30mm. Esta é a função do tele-converter, deslocar as distâncias focais mínima e máxima em direção ao ajuste de teleobjetiva: no exemplo, de 6mm para 12mm (mínima) e de 15mm para 30mm (máxima).

O tele-extender é um extensor de distância focal da objetiva: trabalha basicamente afastando a objetiva do corpo da câmera, para causar o aumento na distância focal. Para isso, é encaixado entre a objetiva e o corpo da câmera (somente para câmeras com lentes removíveis). O uso de tele-extenders acarreta o escurecimento da imagem (geralmente em torno de 1 a 2 f-stops). O nome doubler deriva de um dos tipos comuns de tele-extenders, o 2X, que dobra a potência da lente. Uma lente zoom de 6-15mm pode ser convertida com um tele-extensor desse tipo em uma 12-30mm. O tele-extender tem a mesma função do tele-converter, ou seja, deslocar as distâncias focais mínima e máxima em direção ao ajuste de teleobjetiva: no exemplo, de 6mm para 12mm (mínima) e de 15mm para 30mm (máxima). Ambos (tele-converter e tele-extender) podem ser instalados juntos, ampliando em muito o poder de aumento da objetiva. No exemplo acima, o tele-extender 2X combinado com um tele-converter também 2X transformaria a objetiva em uma 24-60mm.

O wide-converter é um conversor de diminuição para grande angular, encurtando a distância focal da mesma: uma objetiva pode ter sua característica de grande angular dobrada utilizando-se um conversor com fator 0,5X. Uma lente cujo ajuste máximo de grande-angular é de 9mm por exemplo, com um wide-converter do tipo 0.7X transforma-se em 6,3mm (9 multiplicado por 0,7). Wide-converters com fator menor do que 0,5X causam o efeito 'olho-de-peixe' na imagem: o ângulo de visão aumenta bastante (130 graus por exemplo em um wide-converter de 0,3X) e a imagem adquire formato cada vez mais esférico. É encaixado na parte frontal das lentes.

O close-up permite aproximar e focalizar objetos a uma distância menor do que a suportada normalmente pela objetiva da câmera. Uma lente com fator +2 por exemplo aumenta 2x o tamanho da imagem. Estas lentes podem ser sobrepostas, assim utilizando duas lentes de fator +2 juntas o aumento obtido será de 4 vezes. Lentes close-up costumam diminuir a nitidez da imagem e em alguns casos aberrações cromáticas (desvios de cores) podem surgir. É encaixado na parte frontal das lentes.

Existem também acessórios deste tipo que não contém lentes, mas permitem a conexão de lentes com diâmetros diferentes entre a objetiva da câmera e a lente em questão, por possuírem roscas com diferentes tamanhos em um lado e outro, como o step-up ring e o step-down ring.

No entanto, dependendo do tipo de adaptação efetuada, nem sempre os resultados obtidos com o uso de conversores / adaptadores são bons: alguns possíveis problemas são distorções na forma e cores da imagem e escurecimento da mesma.

Fonte: Fazendo Vídeo

Filtro fotográfico


Filtro fotográfico

*Texto retirado na íntegra de Wikipédia


Um filtro fotográfico é um acessório de câmera fotográfica ou de vídeo que possibilita o manejo de cores e/ou a obtenção de efeitos de luz pela sua inserção no caminho ótico da imagem.

Os filtros são de gelatina, plástico, vidro ou cristal, na maioria das vezes montadas em anéis rosqueáveis na objetiva, ou em anéis elásticos para montar no cilindro liso da objetiva. Filtros circulares são mais comuns, mas uma gama de filtros mais ampla, de dezenas de filtros, é disponibilizada em formato quadrado, para serem encaixados em magazines de porta-filtros "universais"[1].

Grande parte das câmeras fotográficas digitais não dispõem de roscas nas suas objetivas. Para estas câmeras, há porta-filtros especiais que são rosqueados na base da câmera.

* Imagem: Filtro ultravioleta, polaróide e FL-D (fluorescente tipo "luz do dia") de 62 mm


Finalidade dos filtros

A finalidade básica dos filtros fotográficos é a de filtrar a luz adequando-a às características do filme ou sensor de imagem.

Algumas poucas situações exigem o emprego do filtro.

· fotografia a altas altitudes (dois mil metros ou mais);

· fotografia à sombra tirada ao meio-dia;

· fotografia à contra-luz com sol baixo;

· presença de reflexos indesejáveis (na superfície da água, de uma vitrine).

A presença de luz mista às vezes é inevitável ou até mesmo necessária. Nesta situação os estúdios fotográficos, ou de cinema e TV fazem uso de filtros de gelatina em folhas para aplicar, não na direção da câmera, mas na direção da fonte de luz, como em janelas e refletores de luz[2].

Para fotógrafos exigentes, o efeito de um filtro varia de conforme a objetiva utilizada, ou de acordo com o modelo da câmera, no caso de câmeras compactas. Além disso, nem sempre o emprego do filtro leva a resultados sensivelmente melhores, sendo necessário tirar uma foto com filtro e outra sem filtro para notar a diferença.

Tanto para fotógrafos profissionais como para amadores exigentes, o filtro fotográfico é considerado útil para proteção do equipamento, evitando danos à lente da objetiva.


Os filtros na fotografia analógica e digital

As câmeras fotográficas digitais de preço mais elevado podem usar todos os filtros utilizados por câmeras analógicas sem o uso de adaptadores especiais. Já as câmeras digitais compactas (mais econômicas) dispõem de algoritmos que simulam filtros de correção e outros filtros como o sépia e o difusor, e não facilitam o uso de filtros reais (óticos).

As câmeras compactas, com raras exceções, não têm rôsca na objetiva para montagem de filtros rosqueáveis, além disso, as objetivas são retráteis, não admitindo a montagem de filtros elásticos.

Como as câmeras analógicas mais populares, que não dispõem de objetivas receptivas a filtros, as câmeras digitais também podem fazer uso de filtros menos comuns, através da montagem de um magazine para filtros roscado na base da câmera.


Usos de filtros em fotografia

Filtros fotográficos podem ser classificados pelos seus usos:

· Transparente e Ultravioleta

· Correção de Cor

· Subtração de Cor

· Aumento de Contraste

· Infravermelho

· Densidade Neutra

· Polarizador

· Efeitos Especiais, de vários tipos, incluindo:

o Gradientes

o Suavização

o Tonalidade Sépia


Transparente e ultravioleta

Filtros de cristal transparente exclusivamente para proteção de lentes são raros. A maioria dos fotógrafos prefere utilizar filtros UVs e Skylights para esta finalidade por agregarem valor à fotografia, mesmo que estes valores sejam imperceptíveis.

Os filtros UV bloqueiam a passagem de luz ultravioleta invisível para evitar que a ela afete o filme ou sensor de imagem que não são insensíveis a este tipo de radiação. O filtro é usado onde a radiação UV está mais presente, ou seja, em regiões equatoriais, a grandes altitutes.

Os filtros UV são preferidos para efeito de proteção da objetiva da câmera por serem mais neutros em relação às cores que os filtros Skylight.

Já os filtros Skylight têm cor levemente rosada, são filtros UV que se usam para neutralizar os efeitos dos raios UV que tendem a estender o tom azulado sobre áreas de sombra à luz do dia plena. Os filtros Skylight costumam combinar funções de filtro UV, filtro de azul e filtro de difusão.


Correção de cor

Os filtros de conversão (um tipo de filtro de correção de cor) foram muito usados para fotografar com luz natural ou com luz artificial sem trocar o filme por outro mais adequado a esta ou aquela condição de luz específica. Filtros de cor azul (série 80 da Kodak wratten[3]) eram usados para converter luz artificial em luz adequada para filmes do tipo Daylight e, vice-versa, filtros de cor âmbar (série 85) eram usados para tornar a luz natural adequada para filmes tipo Tungsten.

Embora seja comum as câmeras digitais compactas terem pre-sets para diversas condições de luz, somente algumas câmeras de filmar traziam filtros de conversão embutidos na própria câmera.

Pequenas diferenças entre temperaturas de cor de lâmpadas photoflood. A e lâmpadas photoflood B (3400 K e 3200 K respectivamente) são possíveis de ser corrigidas em câmeras digitais de preço mais elevado. Já as câmeras compactas podem tirar proveito dos chamados de filtros de compensação. Ao fotografar utilizando lâmpadas photoflood. A com câmera compacta configurada para Tungsten obtém-se melhor balanço de cores utilizando-se um filtro de cor âmbar 81A. Freqüentemente, a utilização de filtro azul 82A ou 82B resulta em fotos com cores mais equilibradas ao fotografar em ambiente iluminado com lâmpadas incandescentes comuns do que com a câmera simplesmente ajustada para Tungsten.

Tradicionalmente fotógrafos profissionais usavam kits de filtros de correção de cor CMY conhecidos como filtro CC, idênticas àquelas que eram usadas em laboratório fotográfico, para neutralizar dominância de cores diferentes daqueles provocada por lâmpadas incandescentes. Esses filtros continuam sendo úteis para filmagens.


Filtros de contraste

Os filtros de contraste diferem dos filtros de densidade por serem coloridos. Têm graduação que vai de 0 a 5. São usados para controlar o contraste relativo dos tons cinza com base na avaliação dos efeitos do filtro colorido sobre cores asemelhadas, diferentes e antagônicas que compõe o quadro. Assim, os filtros podem ser aplicados para aumentar o contraste ou, ao contrário, para suavizar o contraste de tons.

A manipulação dos contrastes de tons é bastante facilitada por editores gráficos em que se pode simular a aplicação de filtros de contraste para obter bons resultados por tentativa e erro.

Em fotografias que incluem a fonte de iluminação geralmente apresentam excesso de contraste que deve (ou só pode) ser corrigida previamente com filtro adequado.


Infravermelho

O filtro infravermelho é aplicado à objetiva da câmera carregada com filme conhecido como infrared para obter imagens em preto-e-branco geradas exclusivamente pela radiação infravermelha.

Câmeras digitais que usam um sensor de imagem no lugar de um filme também se prestam a este tipo de fotografia. Os sensores de imagens da maioria das câmeras digitais de fotografia e de vídeo são sensíveis a radiações infravermelhas (IR) como os filmes infrared, que são sensíveis ao IR sem serem exclusivamente sensíveis a eles.

Em algumas câmeras digitais, a sensibilidade aos raios UV (ultravioleta) e aos IR (infravermelho) é neutralizada por filtros de bloqueio UV/IR, mas outras câmeras como a Finepix IS-1 [4] da Fujifilm admitem o desbloqueio do filtro UVIR, o que as torna sensíveis aos UV e IR. Estas câmeras são próprias para a fotografia infravermelha com a adição dos tradicionais filtros infrared.

A radiação infravermelha, sendo invisível, não tem cor associada a ela. Nos filmes infrared a cores a radiação infravermelha é tornada visível em cores avermelhadas. Algumas câmeras digitais da Sony manipulam a radiação infravermelha e representam a radiação infravermelha em tons esverdeados, como em alguns dispositivos militares monocromáticos de visão noturna.


Densidade neutra (ND)

O filtro de densidade neutra provoca uma redução uniforme da quantidade de luz que incide sobre o filme ou sensor de imagem. Usa-se geralmente para reduzir o valor de exposição (EV) com o propósito de obter combinações de abertura de diafragma e velocidade de obturação mais adequadas para a foto. Por exemplo, para obter um fundo desfocado que dê melhor destaque aos objetos situados no plano em foco.

Encontram-se comumente filtros ND em densidade 2X, 4X e 8X que baixam o valor de exposição em um, dois ou três pontos.


Polarizador

Os filtros polarizadores, ou polaróides[5]), são usados para eliminar brilhos e reflexos indesejáveis como as imagens refletidas nas vidraças das janelas ou nas vitrines que atrapalham a visão do seu interior porém não tira o reflexo de metais.

Há dois tipos de filtros polarizadores: o linear e o circular. O filtro polarizador linear é ajustável, dando ao fotógrafo a possibilidade de controlar o grau de efeito desejado. O polaróide circular é fixo, não oferece a possibilidade de controlar o efeito, mas pode ser usado em câmeras de filmar ou na fotografia de ação.


Balanço de cores

Os filtros para balanceamento de cores têm seu campo de aplicação na fotografia digital profissional ou avançada para realizar um ajuste prévio e preciso do balanço do branco em função da iluminação que incide sobre o cenário.

O filtro vai montado na câmera digital que é apontada para a fonte de iluminação para que efetue as compensações necessárias à neutralização das diferenças de cor entre a fonte de iluminação e o branco de referência da câmera.

O filtro difunde a luz incidente para efeito de balanceamento de cores[6], mas pode também ter uma transmitância controlada para 18% para servir à fixação do valor de exposição (EV) pelo método da luz incidente[7].


Efeitos especiais

Há um grande número de filtros que produzem efeitos especiais, muitos deles inventado por Jean Coquin[8].

· O Star que transforma pontos de luz brilhante em estrêlas de várias pontas;

· o Diffractor que difracta os pontos de luz brilhantes da imagem;

· o Multi Image que replica a imagem em paralelo ou em círculos;

· o Speed que cria um efeito de rastro linear na imagem;

· o Cyclone que cria um rastro circular;

· o Radial Zoom que cria rastros radiais;

· o kit de vinhetas diversas;

· o Doble Exposure para montagem de fotos por dupla exposição;

· o Doble Mask, também para fotomontagens;

· o filtro Graduated, o Pastel, o Diffuser, o Sepia, o Center Spot, etc.

A maioria dos efeitos especiais que são obtidos com filtros óticos criativos podem ser obtidos em editores de fotos digitais, seja como um recurso integrado eles, seja na forma de plug-ins que acrescentam um novo recurso ao editor.


Referências

1. Cokin Filters - The original square filter system Cokin UK (em inglês)

2. Fabricante de filtro de gelatina em folhas(em inglês)

3. Kodak Wratten Number(em inglês)

4. Manual da câmera Finepix IS-1

5. Filtro polaroid

6. Fabricante do filtro ClearWhite

7. Fabricante do filtro ExpoDisc Neutral

8. [http://en.wikipedia.org/wiki/Cokin Cokin (em inglês)

20 de março de 2009

Caspar David Friedrich: Manhã no Risenbirge



Caspar David Friedrich: Manhã no Risenbirge, Alemanhã, 1810-1811. Schloss Charlottenburg

Caspar David Friedrich: O peregrino sobre o mar de névoa



Caspar David Friedrich: O peregrino sobre o mar de névoa, Alemanhã, 1818. Kunsthalle

Amaldus Nielsen: Aftenstemning



Amaldus Nielsen: Aftenstemning, Noruega, 1878

Arnold Böcklin: Ilha dos mortos V



Arnold Böcklin: Ilha dos mortos V, Suíça, 1886. Museum der bildenden Künste

15 de março de 2009

Antonio Ciseri: Traslado do corpo de Jesus ao sepulcro



Antonio Ciseri: Traslado do corpo de Jesus ao sepulcro, 1864-1870. Santuário della Madonna del Sasso (Suíça - Florença)

Augusto Rodrigues Duarte: As exéquias de Atalá



Augusto Rodrigues Duarte: As exéquias de Atalá, 1878. Museu Nacional de Belas Artes

Eduardo de Martino: Veleiro em alto mar



Eduardo de Martino: Veleiro em alto mar. Museu Nacional de Belas Artes

Nicola Facchinetti: Lagoa Rodrigo de Freitas



Nicola Facchinetti: Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro, ca. 1884. Museu Nacional de Belas Artes